quinta-feira, 9 de abril de 2026

A nova Ragnarok Trilogia 1-Livro2

 A nova Ragnarok

Trilogia 1: O deuses heróis 
Livro 2: O Mago Diáfano


Cap.8: O pesadelo de Diáfano parte 1

Mago Diáfano, fusão dos deuses Dagda, o Mestre dos Magos e Ianejar, deus do trovão e criador do povo Waiãpi. Sírio faz o sonho a seguir ser recorrente após a própria fusão gerar tanto poder que enlouqueceu o novo ser que passou a se denominar Diáfano, mas acha que este é um nome substituto para um humano desmemoriado, o que não é o caso. Mago Diáfano sempre narra o mesmo pesadelo para si mesmo.

Um cubo incolor se forma a meu redor, modela-se a meu corpo, como se fosse roupa, surgiu por unidade um exército de vidro. Quando ocorreu isso eu estava dormindo e flutuava na imensidão do nada, olhando todos os ângulos, vendo apenas a clara, porém, não reluzente incoloridade.

Ao acordar olhei-me no espelho vendo-o refletido em mim. Meus rosto, pés e mãos pareciam acrílico, por esse motivo denominei-me Diáfano e como tal em relação à sociedade deveria andar com sapatos, luvas, máscara, próteses, lentes, peruca e orelhas postiças, aquilo que me escondesse a identidade.

Quando saio, a rua está cheia de gente com chapéu, capuz ou guarda-chuva, e não chovia, pelo contrário, Sol escaldante nos tostava. Todos sentimo-nos escravos do temor à rejeição, ninguém é inabalável à solidão que nos arde.

Cap. 9: O pesadelo de Diáfano parte 2

No caminho do trabalho um malabarista com cubos espelhados chama a atenção de um público extenso, inclusive a mim. Os dados, que são jogados sobre nós, nos aprisionam em seu interior.

Um esquadrão de vidro aparece carregando-nos até um castelo distante. Os dados moldam-se a nossos corpos. Somos largados ao solo recebendo a ordem não seguida: _ Curvem-se ao seu soberano! 

_ Zangado, o malabarista hipnotiza-nos.

Resisto, dou uma voadora no líder quebrando-lhe ao meio, os outros seguem-me o exemplo, eliminam os comandados. Uma hoste acrílica, embora ilusionista, não pode dar a si mesmo o aparato da soberania; a beleza é do cristal, porém, a força do metal não nasce de um dia.

Após a vitória percebemo-nos numa biblioteca, escolho dois livros negros no cume da estante, uma mulher segue-me, no topo, entrego-lhe um dos minúsculos dos quais disse, eram fabricados de materiais variados como, pérolas, ouros, âmbar, os negros de diamante negro, ao explodirem veste-nos da matéria-prima de cujo era fabricado.

Todos os demais também foram vestidos pelos livros, quando adentra a sala outro esquadrão, surpresa dupla, não eram de vidro seus sentinelas, contudo, de diamante. E a cena se repete: _Curvai-vos diante de vosso mestre. _Fingimos rendição até estarmos vestidos com diamante. Em seguida ataco.

Cap.10: O pesadelo de Diáfano parte 3

_Rendamos o chefão! _Brado como se fosse o derradeiro e único grito de toda a minha vida. Aplico uma rasteira veloz no líder, voo sobre ele, sufoco-o com ambas as mãos, proponho um duelo. _Se eu perco, eu e meus companheiros leitores seremos seus servos, do contrário, tornar-me-ei o líder do seu grupo, ocupando cargo acima do seu próprio.

_Feito! _Concordou roucamente._ Um terceiro exército invade a sala, desfaz o duelo, transforma a mim e a meu povo em assistente de palco, somos encubados pela quarta vez, eu pela quinta, lembrando do sonho é claro, trata-se de um grupo de mágicos.

_Essa roupa de mágico fica muito elegante em vocês! _Debocha o líder da magia, após ter-nos hipnotizados, terceira vez por sinal.

Mas, pensando bem, quem sabe o deboche fosse um elogio sincero, uma vez que o a beleza está sujeita ao estereótipo de quem acha algo belo, pois na verdade ela é uma ilusão, mais propriamente uma fórmula da perfeição, logo, parece-nos bem o que imaginamos ser perfeito, e como perfeição é ilusão de ótica, então, belo é aquilo que se encaixa em ou se adéqua a moldes pré-estabelecidos e, na falta desses, tendemos a estranhar as coisas, como uma espécie de crise em que não sabemos definir o novo como agradável ou reprovável

Cap.11: O pesadelo de Diáfano parte 4

Beleza é justamente essa sensação de agradabilidade, daí podemos definir a morte como horrível, já que nos separa da sensação de paz, e a vida como bela, quando oferece alegria.

Tendemos a crer que nossos modos é que são os corretos perante os outros, logo, a semelhança a esses, para nós, é o que mais se aproxima da beleza, uma vez que nos lembra no inconsciente um espelho, somos todos narcisistas por natureza, mesmo que esse seja um deus de outra religião.

Sem reação, chorei, desesperadamente. E como as roupas que me cobriam eram espécies de armaduras, coladas ao corpo, esticam-se ao entupirem-se lacrimosamente. Afogava-me quando resolvi engolir o choro, o que me causou um agigantamento corpóreo.

Já proporcional ao tamanho em que estava metido, segurei as duas coligações antagonistas com uma das mãos e lancei-as no espaço-sideral, rumo a um cosmos bem longe do meu.

Os leitores subiram em minha mão, conduzi-os de volta a Asabarcelri, minha cidade natal, de onde nunca deveria ter saído. 

Cap12.: Augusto em dose dupla

Augusto, tenta arrombar a socos e pontapés a única passagem do recinto, esqueceram de pôr janelas.

_Falcão, é assim que me chamo. _Falou consigo mesmo após quebrar a cama e fazer uma armadura com peças da porta de metal que acabaram de destruir com uma força que não sabia de onde tirava.

Falcão voava sem rumo, lembrando de Asabarcelri, será mesmo que imaginara todas aquelas personagens? Longe dali existia outro com seu mesmo nome, Augusto, o Enguia.

Falcão esbarra em Enguia, o outro Augusto que lhe é igual do qual guardava memórias sem saber como.

Acontece que Falcão é um clone de Enguia criado por Sírio, mas em pouco tempo Falcão é morto com um soco que lhe atravessa com armadura e tudo com o punho de Enguia eletrificado ao  máximo.

_Não há lugar aqui para clones! Não me importa quem ou o que criou você!_Diz o Augusto verdadeiro, e mal fecha a boca surge Sírio abrindo diversos postais por onde surgem centenas de outros falcões, mas Augusto fica mais forte a cada um que derrota; os poderes dos derrotas são automaticamente absorvidos por Enguia.

_A diversão está apenas começando._Fala Sírio enquanto se teleporta dali para outros lugares



Cap. 13: Amadeu, Isadora e Heitor 

Amadeu, filho de Tupã e Athenais, é retirado do hospital onde estava em coma por Sírio e arremessado para dentro de uma cúmulo Nimbus onde leva um terrível choque, liberando seus poderes divinos.

O BOÊMIO

Quando eu era menino
Só amava a vida
E esta me sorria
Hoje sofro no esquecer duma guria

Quis esquecê-la
Mas meu coração, maldito
Fez um trato com o Satã
Atirou-me num conflito

Não morri nem sei por quê
Contudo, ainda tenho a fantasia
Pois não tê-la é um tormento
Moro nesta primazia

Caí na rasteira do descontentamento
Meu âmago atingira a mim mesmo
Quando detectou tão perfeita obra
O que sobra é a dobra de um sonho a esmo

Minha musa inspiradora
Bela enfermeira Isadora
Anjo lindo, me despreza
Sou eu quem mais a adora

Amadeu Nuvem

Isadora, filha de Freya e Esculápio, lê o escrito por sobre o ombro do cantor que estremeceu ao vê-la.

_Não o desprezo, poeta, entretanto, sou casada. Minha casa está adornada para o aconchego de meu bem, você sabe tão bem que não desejo seu mal. 

_Realmente, eu sou um louco por estimar o inalcançável. O álcool não me consola nem a viola me implora notas de composição. Só a poesia me compreende, vou mudar de profissão. Sou um poeta bêbado sobre a emoção, embriagado de bem-querer.  

_Já lhe disse que sou casada, além do mais pretendo ser sempre leal. Não se engrace comigo ou se dará mal._ O boêmio espera a enfermeira virar-se de costas para agarra-la por trás e dá-lhe um beijo de supetão.

_Solte-a, se quiser viver!_Diz alguém para o espadachim, que a larga e se vira para dar de cara com Heitor, filho de Baklimet e Hércules, empunhando uma escopeta. O capoeirista dá uma rasteira no judoca, desembainha sua bengala-espada, encostando-a em seu pescoço.

_Não desta vez. Agora você morre, seu..._A bela dos olhos castanhos acerta o boêmio com uma cadeira do bar onde estavam. 

Os homens lutam dentro do estabelecimento. Nesse entretempo, o balconista se apossa da arma de fogo dando um tiro no chão.

_Sentem-se, ou atiro em vocês!

Alguns instantes mais tarde a polícia chega, mas, Amadeu e Heitor portavam espécies de submetralhadoras escondidas na manga. Um atira contra o balconista, o outro contra a viatura. 

O judoca recupera sua espingarda e foge, o violeiro pega a espada dourada caída e continua o tiroteio contra o reforço policial que chega em seguida.

Amadeu Nuvem Dion já havia liberado seus poderes quando fora arremessado por Sírio dentro de uma cúmulo nimbus, onde levara uma infinidade de raios que o transformaram na própria cúmulo nimbos como se ele fosse um vampiro gangrel divino.
Se fosse o caso , e tivesse asas, poderia até se chamar de Gangel Makunji e mais tarde aprender com algum brujah, malkaviano ou nosferatu a fazer a diabler da forma mais rápida e eficaz e a dominar mentes para virar um vampiro deus supremo que até de alimentasse do Sol e também socar o chão, criando terremotos, feito um toreador e vez por outra virasse um lobo branco de olhos azuis no claro e vermelhos no escuro, o que os gangréis para obter visão noturna.

espadachim invade a casa de Isadora, trocando tiros com seu marido para sequestrá-la. A conduz para um iate gigantesco, todo branco e tremendamente luxuoso; com piscinas de hidromassagem, salas de leitura, videogames ultramodernos, computadores com tela de plasma, quadras as mais diversas para a prática de esporte, etc.

Cap.14:Posseidôn versus Sísififo, o senhor das almas

Sísifo, Tântalo, Atlas, Prometeu e Ajax são salvos pelos espíritos que abrem a rocha e os levam ao submundo. Lá chegando, são recebidos por Hades, que ao vê-los naquele estado ordena que Thanátos os mate.

Thanátos taca a foice em Sísifo, porém este rebate a lâmina com a mão direita e dando uma rasteira no deus da morte, lhe toma a foice e lhe corta a cabeça. 

Por trás dele, Arqueronte faz menção de atacá-lo, quando Tântalo se ergue lhe dando um chute e logo sendo segurado por Hades.

Arqueronte corre para cortar Tântalo quando Atlas lhe rouba o objeto duma vez e Prometeu derruba Hades de um soco.

Ajax empurra Arqueronte, que perde o equilíbrio e antes que caia tem sua cabeça a rolar pela artimanha de Atlas que aproveita bem a oportunidade. 

Hades se enfurece numa explosão abafada pelas almas. Estas prendem as mãos e pés do deus quando Cérbero avança.

Neste momento, um pé gigantesco esmaga o cão de 3 cabeças. Uma mão igualmente grande e também vinda de cima segura Hades. Um tridente igualmente descomunal é cravado no solo. O teto do submundo é aberto.

_Posseidôn?_Exclama Hades. Sua última palavra antes do senhor dos mares explodir seu crânio com as próprias mãos.

_Agora vocês não escapam, seus vermes!_Ameaça Posseidôn dando um soco para baixo. O ataque é contido pelo escudo empunhado por uma das almas.

_Como pode conter essa força tremenda?_Indaga Tântalo ao fantasma.

_Este é o escudo de Atenas, o mesmo que ela tinha dado a Perseu quando ele derrotou a Medusa para salvar Andrômeda. Eu o encontrei e o trago para ti, assim como o ordenado pelo meu mestre.

_Espíritos, enterrem Posseidôn assim, como Hermes fez a Tântalo!_Ordena Sísifo.

Os espíritos cumprem de imediato. Tântalo, nesta altura, luta para não morrer esmagado pela mão direita do titã.